Mulheres barrigas de aluguel no Camboja foram forçadas a criar bebês de clientes

Em junho de 2018, 33 mulheres grávidas foram presas e confinadas numa vila em Phnom Penh, capital do Camboja. Todas eram barrigas de aluguel de clientes estrangeiros.

A maioria das 33 mulheres já havia dado à luz uma criança pelo menos uma vez. Já Thilda* estava em sua primeira gravidez. Com vinte e poucos anos, Thilda é casada com um reparador. Eles vivem em uma vila fora de Phnom Penh e ganham muito pouco. Assim, poderiam nunca conseguir bancar os custos de ter uma criança.

Mas se Thilda ganhasse US$ 10 mil para gestar o filho de um estrangeiro, o casal poderia começar sua própria família. Então, quando um representante de uma agência de barriga de aluguel visitou sua vila, Thilda se inscreveu e foi aceita.
Quando um óvulo fecundado de um casal chinês foi implantado em seu útero, no fim de 2017, a gravidez de aluguel já havia sido proibida no Camboja havia mais de um ano. Mas apenas recentemente o banimento passou a ser controlado com mais rigor. A pena pode chegar a vinte anos de prisão.
"Se eu soubesse que era ilegal, eu nunca teria feito isso", afirma Thilda.

Norte-coreana presa por sua fé compartilha como Deus a sustentou em meio a abusos

Uma sobrevivente cristã de um campo de prisioneiros norte-coreano descreve a terrível tortura que ela sofreu por sua fé e como Deus ficou com ela.

Em uma entrevista com o grupo de vigilância de perseguições Portas Abertas, uma mulher identificada apenas como "Prisioneira 42" compartilhou como ela permaneceu sendo cristã depois de fugir para a China em meio à grande fome da Coréia do Norte. Na China, ela foi capturada e enviada para um campo de prisioneiros norte-coreano, onde passou um ano em confinamento solitário.

Quando ela chegou ao campo de prisioneiros, os guardas rasparam a cabeça e a despiram. Todas as manhãs, quando eles falavam com ela, saía por uma portinhola - normalmente usada para cães ou gatos - e mantinha a cabeça abaixada porque não lhe era permitido fazer contato visual com os guardas.

Cristãos Nigerianos massacrados

Mais de 200 cristãos, foram massacradas durante três dias na Nigéria no último fim de semana, disseram autoridades e fontes da igreja, enquanto o derramamento de sangue implacável pelos radicais continua.

A Associação Cristã da Nigéria disse  na quarta-feira que o atual número de mortos no Cinturão do Meio do país, baseado em ataques que começaram na última quinta-feira e continuaram até domingo, está em 218. A Portas Abertas dos EUA  disse que seus parceiros no terreno também relataram mais de 200 baixas.

Os assassinatos são resultado de confrontos entre os lideres radicais muçulmanos Fulani e agricultores locais próximos à cidade de Jos, muitos dos quais são cristãos, embora as autoridades ainda não tenham identificado quantas vítimas pertencem a cada grupo.

Pastor preso em culto na China

Cerca de trinta funcionários do governo chinês invadiram uma igreja cristã em Guangzhou, Guangdong, e multaram a igreja alegando que estava funcionando ilegalmente, disse o pastor que foi preso durante seu sermão.

"Os funcionários do governo invadiram a Igreja Reformada Bíblica enquanto eu estava ministrando o sermão e nos pediu para parar de nos reunir. Eles também ordenaram que enviássemos nossos documentos de identidade", disse o pastor Huang Xiaoning à ChinaAid , descrevendo o incidente de 10 de junho.

Huang e três outros cristãos foram levados pela polícia e interrogados por horas, depois a igreja foi multada em um equivalente a US $ 7.685,45 por realizar atividades religiosas.